Sinto-me tão pequenina
Na imensidão do Teu Amor!
Invade, Senhor,
Meu coração aberto
E no Teu poder transformador
Deixa-me existir
Na plenitude
Do Teu Eterno viver!
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
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Coisas que nascem dentro de mim e que como um filho gerado tem de nascer, assim são os poemas, filhos da minha alma.
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