Quando olho
Bem no intímo de mim,
Que escuridão!
Que vazio!
Que imensidão do nado!
Mas
Quando olho
O Teu amor
Sentido dentro de mim
Envolvendo suavemente a minha vida,
Oh, quando olho
A ternura de Teus braços abertos
E a Tua palavra de perdão,
Quando olho e vejo
Crescer na fragilidade de mim
A esperança plantada pelo Teu amor,
Como não Te amar, Senhor?
Se tudo o que sou
Todo o amor que sinto
É apenas o pedacinho do teu Dom de Amar
Que um dia ao renascer
Tu depositaste
Suavemente
Dentro de mim!
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
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